São João Batista

São João Batista

No início da colonização, os moradores desta localidade estavam ligados à comunidade de São Gervásio e Protásio do Rio Maior. O primeiro sinal religioso na localidade foi erguido no início do século XX. Uma cruz foi colocada ali e, logo em seguida, foi construída uma capela em madeira talhada. Recebeu a bênção no dia 27 de novembro de 1903 e abrigava no seu interior uma pintura a óleo de São João Batista.
Esta primeira capela resistiu até o ano de 1961. Em seguida, sentiu-se a necessidade de construir uma nova igreja.

É inaugurada hoje a nova capelinha de São João em Rio Maior. Capela de madeira, antigo oratório que, por estar abandonado em retiro, foi transladado para perto da estrada e dos colonos da localidade”. Livro Tombo, n.2, p. 176, de 24 jun. 1961.

Toda a população colaborou com a obra que, depois de pronta, recebeu a imagem de São João Batista, não mais em tela, mas em gesso. Em 1984, a comunidade sente um novo desafio e edifica a sua atual igreja de alvenaria. Graças ao empenho dos moradores, a nova igreja ficou pronta em um curto espaço de tempo.

Sem muitos detalhes arquitetônicos, a atual edificação conta com um espaço amplo, podendo acolher toda a comunidade. Traz como elementos determinantes sua fachada, seu campanário e seu sino, facilmente visíveis, uma vez que a igreja está localizada às margens da rodovia que liga Urussanga a Orleans.

A comunidade possui hoje 50 famílias, sendo 48 delas católicas. Conta ainda com Pastoral Catequética, Grupos de Família, mais de 60 associados ao Apostolado da Oração, duas capelinhas da Mãe Peregrina, um Ministro Extraordinário da Eucaristia, Equipes de Liturgia e a Comissão para Assuntos Econômicos e Pastorais. 

SÃO JOÃO BATISTA

Antes mesmo de Jesus, João Batista já pregava publicamente às margens do Rio Jordão. Ficou conhecido pela prática de purificação através da imersão na água, o batismo, tendo inclusive batizado o próprio Cristo nas águas desse rio. São João foi preso a mando do Rei Herodes e levado para uma fortaleza onde foi mantido por dez meses até sua morte.

Sua prisão é atribuída à liderança de uma revolução, porém sabe-se que a veemência de sua pregação incomodava os poderosos. Atendendo ao pedido de sua enteada Salomé, o monarca mandou degolá-lo e a sua cabeça foi-lhe entregue numa bandeja de prata. Depois, foi queimado em uma fogueira numa das festas palacianas de Herodes. Onze séculos depois, na Idade Média, o santo se tornou popular quando os cavaleiros hospitalários e templários – guerreiros cristãos que defendiam Jerusalém dos muçulmanos – o adotaram como patrono.

SÃO JOÃO BATISTA

Informações:

Local

São João do Rio Maior

Telefone

(48) 3465.2834

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